Cronologia da Estrada de Ferro de Sobral
01/06/1878 – O conselho de Estado, presidido por João Lins Cansanção de Sinimbu, envia mensagem anexada ao Decreto nº 6.918 que autoriza o prolongamento da Estrada de Ferro de Baturité e a construção da Estrada de Ferro de Sobral, visando minorar os efeitos da seca de 1877 em socorro dos flagelados da região. 19/06/1878- Assinatura do Decreto nº6,940; considerava a Estrada de Ferro de Sobral de estrada geral, autorizando os estudos e construção por conta do Estado.
30/06/1878- Foi batida a primeira estaca inaugurando os serviços de exploração da Estrada de Ferro de sobral, em Granja.
14/09/1878 – Início dos trabalhos de construção da linha férrea na 1º seção, Camocim – Granja.
26/03/1879 – Inauguração do assentamento dos trilhos da ferrovia pelo Presidente da Província Dr. José Júlio de Albuquerque Barros.
24/07/1878 – Entrada do Vapor Guará, no Porto de Camocim, trazendo engenheiros e materiais para a construção da ferrovia.
05/08/1878 – Início dos estudos para a construção da Estrada de Ferro de Sobral.
24/12/1879 até /abril de 1880 – Deram entrada no Porto de Camocim os seguintes navios, trazendo materiais para a construção da ferrovia, procedentes da Antuérpia: Línnea, Mathilde, Kongsberprod, Sophia Polly and Emily, Hansa, Scotia, Ross, Flid, Agar e Kronose.
28/01/1888 – Procedente da Filadélfia, a barca inglesa Fayre Belle aportou em Camocim trazendo 5 locomotivas e 52 carros, descarregando todo o material em 17 dias.
21/02/1880 – Assinatura do Decreto Nº 7.655 autorizando estudos definitivos para a construção da EFS. 19/10/1880 – Idem.
15/01/1881 – Inauguração do primeiro trecho Camocim – Granja com extensão de 24,5 Km e as duas estações das respectivas cidades.
14/03/1881 – Inauguração da Estação de Angica (Martinópole). 43,7 Km.
02/07/1881 – Inauguração da Estação de Pitombeiras (Senador Sá). 79,1 Km.
31/12/1881 – Inauguração da Estação de Massapê. 106,3 Km.
05/05/1882 – Morte do Dr. José Privat, aos 47 anos de idade, primeiro engenheiro da EFS. Seus restos mortais encontram-se depositados na Igreja da Matriz de Camocim, por ordem do Bispo D. Joaquim em 11 de Janeiro de 1886, transladados que foram do cemitério.
Carlos Augusto
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